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Energia solar no Brasil
20 de mar. de 2026
Na corrida para reduzir os impactos causados pelos combustíveis fósseis, o uso de energia solar atrai cada vez mais empreendimentos e novos investimentos.

Há alguns anos, a presença de painéis para geração de energia solar em residências e empresas ainda era limitada. Hoje, além desses sistemas, já é comum encontrar grandes complexos de geração, conhecidos como parques solares, que concentram extensas áreas de painéis fotovoltaicos. Esse avanço explica por que o crescimento da energia solar tem colocado o Brasil entre os dez países que mais utilizam essa fonte no mundo.
Segundo o relatório Statistical Review of World Energy, em 2025 a China lidera tanto a lista de maiores emissores de CO₂ quanto a de consumo de energia solar, com 887.930 megawatts de potência instalada. Em seguida aparecem os Estados Unidos e o Japão. O Brasil ocupa a 6ª posição no ranking mundial de energia solar, com 53.113 megawatts instalados, e segue em forte ritmo de expansão.
Dados da União Nacional da Bioenergia (UDOP), indicam que a geração de energia solar no Brasil cresceu 22% apenas em janeiro. Minas Gerais lidera a produção, com 409 megawatts gerados no período. Bahia, Pará e Paraná também figuram entre os estados que mais produziram energia solar em 2025.
No caso de Minas Gerais, o setor se tornou tão estratégico que o estado criou uma legislação específica para incentivar investimentos. A chamada Lei da Energia Fotovoltaica prevê isenção de ICMS para usinas de energia solar de até 5 megawatts, beneficiando projetos de pequeno e médio porte.

Solare Invest contribui para o crescimento da energia solar no Brasil
A Solare Invest conecta dois pilares fundamentais: desenvolvimento econômico e sustentabilidade. A empresa oferece ao investidor a oportunidade de aplicar recursos em um ativo real — as usinas de energia solar — contribuindo ao mesmo tempo para a expansão da energia limpa no país.
Em um processo simples, rápido e totalmente digital, investidores qualificados podem adquirir cotas de usinas de energia solar remotas e se tornar sócios. Os créditos gerados pela produção retornam aos cotistas na forma de rendimentos que podem superar 2% ao mês, de acordo com o valor investido.
Segundo Fernando Neves, diretor comercial da Solare Invest, esse modelo vai além do retorno financeiro. “Além de movimentar a economia, esse tipo de investimento impulsiona a expansão de usinas de energia solar no Brasil, reduz emissões de carbono, democratiza o acesso à energia limpa e acelera a transição energética no país”, afirma.
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Tags
ranking mundial de energia solar, crescimento da energia solar, potência instalada solar, energia renovável, transição energética, redução de CO₂.




